(Foto: Reprodução) Bebê dá entrada em unidade de saúde morto e com sinais de espancamento e abuso em Sorocaba
O bebê de um ano e dois meses que morreu ao dar entrada no Pronto Atendimento (PA) da Zona Norte, em Sorocaba (SP), com sinais de espancamento e abuso sexual na segunda-feira (1º) foi sepultado na tarde desta terça-feira (2). O padrasto e a mãe, ambos de 21 anos, tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva e vão responder por homicídio doloso.
O corpo de Miguel Franco da Silva, de 1 ano, foi sepultado por volta das 17h no Cemitério Memorial Park, em Sorocaba (SP).
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Os suspeitos, Gabrielly Franco Garcia e Rafael Luis Alves Júnior, acionaram o resgate e disseram que o bebê, de 1 ano, havia se engasgado. A equipe médica tentou reanimar a criança, mas confirmou o óbito em seguida. No entanto, segundo a avaliação preliminar, a criança estava morta há cerca de uma hora antes mesmo de o socorro ser acionado.
Bebê dá entrada em unidade de saúde morto e com sinais de espancamento e abuso em Sorocaba
Reprodução
A mãe e o padrasto, ambos de 21 anos, negaram as agressões e, conforme a polícia, disseram que os machucados foram causados pela própria criança.
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De acordo com o boletim de ocorrência, o exame clínico revelou diversos ferimentos pelo corpo do bebê. Havia lesões na cabeça, marcas de mordidas nos lábios e ferimentos no nariz, nas orelhas e nos dedos das mãos e dos pés. Além disso, a equipe de enfermagem encontrou uma lesão grave na região anal e um afundamento craniano.
Ainda conforme o registro policial, Gabrielly tinha lesões nas mãos que, segundo o BO, eram compatíveis com as agressões no filho, e o padrasto tinha manchas de sangue na blusa. A perícia também encontrou manchas de sangue em vários cômodos da casa do bebê.
Familiares informaram à polícia que haviam percebido lesões na criança e que tinham preocupações relacionadas ao desenvolvimento dela.
Nesta terça-feira, Gabrielly e Rafael tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva e vão responder por homicídio doloso, quando há intenção de matar.
Unidade Pré-Hospitalar da Zona Norte de Sorocaba (SP)
Divulgação
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